Tempestades Expõem Falta de Proteção em Portugal

As recentes tempestades que atingiram o nosso país deixaram um rasto de destruição significativo e tornaram visível uma realidade preocupante: ainda existe um elevado número de habitações e empresas sem a proteção adequada de um seguro multirriscos.

Em pouco mais de um mês, foram registados cerca de 180 mil sinistros, um volume excecional que representa uma fatia muito relevante do total anual habitual. Os prejuízos estimados ultrapassam já os mil milhões de euros, com centenas de milhões já pagos ou em fase de pagamento para a reparação de habitações, empresas e infraestruturas.

No entanto, estes números refletem apenas os danos cobertos por contratos de seguro. Ficam de fora todos os casos em que não existia qualquer proteção, uma realidade que, segundo especialistas do setor, continua a ser mais comum do que se pensa.

A ausência de seguro multirriscos, ou a existência de apólices desatualizadas, significa que muitos proprietários terão de suportar integralmente os custos de reparação. Em situações de danos estruturais, estes encargos podem atingir valores elevados, com impacto direto na estabilidade financeira das famílias e na continuidade das empresas.

Apesar do elevado volume de processos, as seguradoras têm mantido um ritmo intenso de resposta, com milhares de sinistros tratados diariamente e uma parte significativa já resolvida ou em fase de pagamento. Ainda assim, a complexidade de muitos processos, que dependem de orçamentos, validações de propriedade ou conclusão de obras, tem contribuído para atrasos na liquidação total das indemnizações.

Para além do impacto imediato das tempestades, os fenómenos climáticos extremos estão a tornar-se mais frequentes e intensos, incluindo episódios de chuva concentrada, ventos fortes, mas também períodos prolongados de seca e calor extremo, que aumentam o risco de incêndio e de danos estruturais nos edifícios.

Neste contexto, cresce a preocupação com a falta de preparação de muitos proprietários. A perceção de que “ter seguro é suficiente” nem sempre corresponde à realidade, já que muitas apólices apresentam capitais desatualizados, coberturas limitadas ou exclusões relevantes que só se tornam evidentes no momento do sinistro.

Daí a importância de rever regularmente as apólices multirriscos, ajustando-as ao valor real dos bens e à evolução dos riscos. A proteção eficaz depende não só da existência de seguro, mas da adequação das coberturas às necessidades atuais.

As tempestades recentes funcionam, assim, como um sinal claro: o risco está a aumentar e a proteção continua, em muitos casos, aquém do necessário. Num cenário em que eventos extremos tendem a repetir-se, a prevenção e a revisão das apólices assumem um papel cada vez mais decisivo.

A Grumese disponibiliza-se para fazer uma análise personalizada às apólices existentes, ajudando a identificar lacunas, atualizar capitais e garantir que cada cliente está verdadeiramente protegido.

Num contexto em que os fenómenos extremos tendem a repetir-se, a diferença está em estar preparado antes que aconteça.

Grumese, desde sempre com a sua confiança

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