Se Ulisses fosse cliente da Grumese…

Uma Odisseia, vários riscos e uma pergunta simples: está preparado para a viagem?

Há filmes que nos entretêm e há filmes que nos dão boas desculpas para falar de assuntos aparentemente muito menos épicos, como seguros.

Com A Odisseia, de Christopher Nolan, em destaque nos cinemas e um pouco por todo o lado, a história de Ulisses voltou a ser o centro das atenções. O filme, baseado no poema épico de Homero, conta a viagem de Ulisses de regresso a casa e ensina-nos que uma viagem pode começar com um plano e acabar muito longe do que estava previsto.

Na Grumese, não resistimos a fazer a pergunta: se Ulisses fosse hoje nosso cliente, deixava Ítaca sem antes fazer uma análise de risco?

Provavelmente não.

Primeiro risco: o mar

Ulisses tinha um problema que qualquer gestor reconheceria, não controlava as condições da viagem.

Tempestades, naufrágios, perdas de carga, danos no barco… havia demasiadas variáveis fora do seu controlo.

Hoje, as empresas continuam a enfrentar riscos que não conseguem controlar: fenómenos climáticos extremos, incêndios, inundações ou danos no património.

A diferença é que atualmente podemos antecipar muitos destes riscos e transferir parte das suas consequências financeiras através de seguros adequados.

Um Multirriscos Empresa, por exemplo, não deve ser escolhido apenas porque “é obrigatório” ou porque tem o preço mais baixo. É preciso perceber o que está realmente protegido, quais os capitais seguros, as franquias, as exclusões e se existe proteção para situações como a interrupção da atividade.

Depois aparecem as sereias…

Na Odisseia, as sereias representam uma tentação à qual é preciso saber resistir.

No mundo dos seguros, podem ser as propostas que parecem irresistíveis porque apresentam um prémio mais baixo.

Mas o seguro mais barato é necessariamente o melhor seguro?

Nem sempre.

Duas apólices podem parecer iguais à primeira vista e ter diferenças significativas nas coberturas, limites de indemnização, franquias, exclusões ou condições de assistência.

É aqui que a comparação deixa de ser apenas uma questão de preço.

É uma questão de saber o que estamos realmente a comparar.

E depois há o Ciclope

Um único risco pode ter consequências desproporcionais.

Para uma empresa, um incêndio, um acidente de trabalho, um ataque informático ou um erro profissional podem significar muito mais do que o custo imediato da reparação. Podem representar semanas de interrupção, perda de clientes, danos reputacionais ou responsabilidades perante terceiros.

É por isso que uma boa gestão de seguros deve olhar para o risco de forma global.

O objetivo não é ter muitos seguros. É ter os seguros certos.

Ulisses tinha ainda outro problema: não sabia quanto tempo demoraria a viagem

Aqui está uma das maiores dificuldades na gestão de risco empresarial: planeamos para o cenário normal e esquecemo-nos do que acontece quando as coisas deixam de correr normalmente.

Quanto custa à empresa estar parada uma semana? Um mês? O que acontece aos salários, rendas, fornecedores e compromissos financeiros?

É neste tipo de situações que coberturas como Perdas de Exploração podem assumir um papel determinante.

Porque proteger paredes, máquinas ou equipamentos pode não ser suficiente. É preciso pensar também na continuidade do negócio.

E quem ajudaria Ulisses?

É provavelmente aqui que a Odisseia encontra a realidade da mediação de seguros.

Um mediador profissional não deve limitar-se a apresentar uma apólice. Deve conhecer o cliente, compreender a sua atividade, identificar os riscos e ajudar a encontrar uma solução adequada.

Na Grumese, acreditamos que o verdadeiro valor da mediação está precisamente aí na capacidade de antecipar; durante a contratação, na capacidade de aconselhar; e depois do sinistro, na capacidade de acompanhar.

Porque quando o problema acontece, já não é altura para descobrir que uma cobertura não existia.

No fim, todos queremos chegar a Ítaca

Ulisses queria regressar a casa. Uma empresa quer continuar a funcionar. Uma família quer proteger o seu património. Um profissional quer poder exercer a sua atividade sem colocar em risco tudo o que construiu.

As viagens são diferentes. A necessidade é a mesma: estar preparado para aquilo que não podemos prever.

Por isso, se Ulisses fosse hoje cliente da Grumese, provavelmente começaríamos por lhe fazer algumas perguntas.

O que leva consigo? Que riscos enfrenta? O que aconteceria se algo corresse mal? E sobretudo, a proteção que tem contratada seria suficiente para chegar ao destino?

Porque nos seguros, como numa verdadeira Odisseia, o mais importante não é apenas partir. É estar preparado para o caminho.

Fale com a Grumese. Podemos começar a sua análise de risco antes da próxima aventura.

Grumese, desde sempre com a sua confiança

Fale connosco e assegure que o seu seguro multirriscos está preparado para os riscos de amanhã:

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Se Ulisses fosse cliente da Grumese…